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Publicado em 9 de agosto de 2011 | por Equipe IDP

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Podcast #013 – Censura, cinema e muitas confusões

Podcast #013 - Censura, cinema e muitas confusões
Nessa semana comentamos as imbecilidades da justiça brasileira nos casos de censura a produções culturais, falamos um pouco de assuntos que estão na mídia e recomendamos alguns novos filmes para vocês darem uma olhada. Também nesse episódio começamos com o bloco Isso dava uma Reposta, onde respondemos a perguntas que surgem por aí, perdidas na internet.

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Humor nonsense regado a Heinekens e Corujas.



14 Responses to Podcast #013 – Censura, cinema e muitas confusões

  1. Ricardo says:

    novas infos sobre a censura, no Brasil, o filme servio foi liberado e voltou a ser censurado. A acusação principal é de que existem cenas de pedofilia… parece que o único meio aceitável para a reprodução desse filme, segundo o ministério publico, é se os cinemas brasil mudarem o ramo atividade para para Restaurante, bar e entretenimento.

    sem mais

  2. Eduardo Henrique says:

    Acho muito bom o podcast, tem poucas edições e é perceptível a qualidade de edição, parabéns. Com o tema censura, me lembrou o centopeia humana 2 que foi proibido recentemente na Europa, pelo seguinte motivo: o filme poderia incentivar o surgimento de malucos adeptos a juntar pessoas literalmente, já que a continuação conta a estória de um cara que vê o primeiro filme e tenta repetir a experiência. Essa censura só vem, pela possível atribuição de culpa que um retardado pode dar após cometer uma besteira, como no caso do norueguês, comentado no cast, quando um governo proíbe um filme ou um jogo, ele não está preocupado com a saúde mental da população, ele só quer isentar a culpa do estado caso alguma merda aconteça e agradar a massa conservadora e o pior não é isso, pior mesmo é o Fantástico fazer uma mega matéria sobre jogos violentos e povo comprar essa opinião sem ao menos saber o que se passa de fato. Enfim só estou escrevendo mesmo porque foi pedido no podcast, nem sei porque fui tão longe, não costumo escrever para podcasts. Abraços

    • César says:

      Valeu pelo retorno e elogios, Eduardo!

      É bem como tu diz: o estado quer se isentar de culpa, dizendo que os jogos/filmes violentos são responsáveis por definir o caráter de alguém, quando na verdade o problema está na origem do sistema educativo, na deficiência da saúde pública e em diversos outros fatores que são de responsabilidade não só do governo, mas da sociedade como um todo.

      Acredito que a imprensa mundial tem essa tendência de manipular a verdade da forma que vá lhe trazer mais retorno financeiro; querendo ou não, elas são empresas que visam o lucro e manchetes polêmicas acabam trazendo muito mais retorno do que veicular notícias de coisas que estão indo bem.

      Pedimos pro pessoal comentar, pois é um jeito de enriquecer a discussão e a nossa maneira de causar questionamentos em nós e nas pessoas ao nosso redor.

      Mais uma vez, valeu! Abraços!

  3. Egg says:

    Só pra registrar: concordo plenamente.

  4. Eduardo Henrique says:

    Concordo com o que foi dito. O problema da censura, é que ela é burra, ao censurar um entretenimento o público se sente estimulado a consumir e descobrir o motivo da censura. Provavelmente “a serbian movie” ficaria em cartaz só em pouquíssimas capitais durante um pequeno período de tempo e não haveria nenhum tipo de repercussão. Tive oportunidade, no começo do ano, de ver “império dos sentidos” na faculdade nunca vi tanta gente no anfiteatro para um filme, no cine clube estudantil passam ótimos filmes, vi filmes como trainspotting, cidadão kane, in this world e nenhum desses filmes teve a quantidade de público de império dos sentidos e na divulgação da exibição do dito filme os dizeres: CENSURADO. Muito maior que o próprio nome do filme. Enfim o público está interessado no que é proibido, e não no que tem grande qualidade.
    Entendo o motivo dos comentários, pretendo participar mais. Abraços.

  5. Eduardo disse tudo.
    Lembrei até de um seriado bem merda que tinha (que eu nem lembro o nome) mas que me marcou com um episódio:
    A universidade iria trazer um palestrante meio nazista (nazistinha de faculdade) e todo mundo ficou horrorizado.
    Só um professor disse que não tinha problema e até queria que o cara desse a palestra.
    Resumindo a bagaça:
    O prof. nazista veio e nos primeiros 10 minutos de palestra os alunos acharam uma bosta e foram embora revoltados.
    Ponto para o professor.
    A idéia dele era de que não precisava calar o palestrante; e sim deixar que os alunos pensassem por si, ouvissem a palestra do nazista e tirassem suas próprias conclusões.
    E se ninguém entendeu essa história maluca de um seriado qeu eu não lembro o nome, eu colo um video ou faço um desenho depois.

    Abraço!

  6. Adans Mashni says:

    Tinham que trazer pra cá os comentários do Google+ !

    • Nós somos técnicamente incapazes de unir os comentários de todas redes sociais.
      Comentem onde for melhor.
      Um dia vamos conseguir essa maravilha tecnológica…

  7. Eduardo Henrique says:

    Pow eu queria ver o desenho dessa explicação, só pela curiosidade como você representaria isso

  8. Eduardo Henrique says:

    Baita desenho. Ri muito com esse Hitler. Abraço

  9. Henrique says:

    Dae galera, cara não sei o que tinha de site de vcs mas só agora que consegui baixar do 13 pra frente…

    E Cesar, eu sei do google analytics, mas porra não precisa ligar o modo elefante…

    fora isso tá massa o cast, principalmente a lista de musicas de fundo.

    Abraços

  10. messsias says:

    Brasil Urgente: Mais uma CPI que termina em Pizza.
    A CPI ‘Doce Lar’, que averiguava o caso de César Liedke, acabou como muitas outras… em pizza! César é acusado de desviar verbas destinadas a ‘Shows’ e ‘Saída com Amigos’, para pagar contas de casa. Alegou que o dinehiro foi usado para pagar ‘Internet’ e outras contas do lar, que devido a pressão de investidores [pais], teve que começar a ‘ajudar em casa’, tentando culpar os ‘aposentados’ pela crise financeira.
    Quando perguntado o ‘porquê’ de não morar sozinho, César Liedke, desconversou e acabou por desviar o assunto, levando até mesmo a pensar que um ‘outro alguém’ queria usufruir da verba ‘Shows’. As investigações continuam. Estamos de olho!

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